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O último trimestre vem chegando e está mais do que na hora de pensar em como vamos estar no ano que vem. Quais ações deram certo, quais deram errado, o que nossos clientes gostaram, o que rechaçaram. O Planejamento Estratégico de Marketing (PEM) nos auxilia a definir onde vamos investir nossos recursos humanos e financeiros para alcançar um melhor posicionamento no mercado.

Para tal, é fundamental analisarmos estrategicamente o negócio. E isso, por mais que pareça banal, ainda é uma atividade carente do preciosismo que o tema merece. Ou porque se olha para a concorrência e se esquece de olhar para o ambiente interno. Ou porque só se olha para dentro de casa e se esquece do mercado. Ou porque, na correria cotidiana, simplesmente a vida corporativa vai atropelando, o tempo passa, e não se pensa quem somos, onde estamos, para onde vamos e, principalmente, COMO vamos chegar aonde definimos – isso, quando definimos, é claro!

Essa visão sistêmica é um dos grandes legados que o PEM pode deixar para o negócio. E aqui é preciso tomar como base os norteadores estratégicos – Missão, Visão, Valores – para definir os objetivos da organização. E quando se fala em organização vale para empresas de qualquer porte e para profissionais liberais. Mas não é só. As diretrizes são o nosso norte, mas sozinhas de nada valem.

Analisar o macroambiente em que se está inserido permite avaliar as oportunidades e ameaças a que estamos expostos. Os impactos econômicos, políticos, ambientais, sociais, tecnológicos variam de negócio para negócio. Porém, se na análise do ambiente interno temos todas as condições de rever e modificar a fim de obter um melhor desempenho, no macroambiente não temos ingerência alguma. É preciso estar atento aos sinais. As oportunidades, via de regra, são para o mercado – e alcançam todos os players. As ameaças podem prejudicar sua estratégia e seus objetivos, e podem existir ou não para todos.

É na análise estrutural, nas chamadas cinco forças competitivas de Michael Porter, que temos a capacidade de fazer a diferença. Novos entrantes, concorrentes, fornecedores, influenciadores e produtos substitutos precisam estar no radar do Planejamento Estratégico de Marketing, seja ele global ou para um produto e/ou serviço específicos. A estrutural, somada à análise dos clientes e à SWOT vão possibilitar que se trace a arquitetura estratégica do negócio, com os objetivos globais (corporativos) e os de marketing. E, daí, partir para o tático, para os planos de ação, para as métricas de desempenho – os tão “amados” KPIs.

O PEM, como qualquer metodologia, requer conhecimento e capacidade de realização. Precisa ter uma longevidade de dois, três anos, e deve ser revisto de seis em seis meses. É trabalhoso, demanda tempo, dedicação e segue um fluxo lógico. Não dá para ter os indicadores se não soubermos aonde queremos chegar. Ou seguimos aos trancos e barrancos – e seja o que Deus quiser! – ou definimos que valor, afinal, vamos entregar ao nosso cliente – e temos mais chance de perenidade. Tudo é questão de escolha. Oxalá saibamos fazer as nossas!

Post Author: Sites Já

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