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Colocar o networking em prática realmente não é uma das tarefas mais fáceis. Primeiro, porque a tendência de os profissionais é de se aproximar e buscar contatos quando estão literalmente no mercado – ou seja, à procura de recolocação. Segundo, porque é justamente nesse momento, de maior fragilidade, que a tarefa se torna mais árdua.

Ou porque passamos por meros oportunistas, que procuram seus pares somente quando a coisa aperta; ou porque já estamos meio enferrujados e não sabemos por onde começar.

Em tese, o networking deveria fazer parte do dia a dia de quem busca consolidar uma carreira. Mas todos sabem que a vida corporativa, quando em plena atividade, nos consome pelas pernas, braços, tronco e cabeça.

O que torna praticamente impossível tomar um café com aquele colega, participar de workshops e seminários, frequentar eventos que não sejam de exclusivo interesse da empresa à qual estamos vinculados. O que nos limita, e muito.

Para fugir dessa armadilha, a saída é estabelecer o networking como meta de vida profissional. Isso é fazer gestão de imagem, cuidar do personal branding. E para isso é preciso focar e colocar na agenda. Sempre. E não só quando o lobo bate à porta.

Boa sugestão é posicionar-se sobre temas relevantes da área profissional. Escrever artigos, postar e comentar nas redes sociais (com fundamento e coerência), compartilhar boas práticas e eventos são maneiras de se manter presente mesmo quando a correria impede o olho no olho. Ideal não é. Mas é um caminho, uma aproximação. E daí para o café, basta prioridade e atitude.

Post Author: Dani Goulart

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